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Naughty Bear - Análise


versão testada: Xbox 360
O que fariam se fossem os excluídos numa comunidade perfeita onde todos são sorridentes e felizes? O que fariam se as outras pessoas vos ignorassem completamente? Pois bem, Naughty Bear simplesmente mataria sem piedade, tudo e todos nessa comunidade. É mais ou menos assim, a temática que o este jogo aborda.
A personagem em foco é Naughty Bear, o urso mais maroto da “Island of Perfection” e que vive em isolamento devido ao desprezo dos outros ursos. Mas um dia, Naughty Bear decidiu agir e finalmente vingar-se dos outros ursos. Tudo começa quando um dos ursos organiza uma festa e não convida Naughty Bear.
A história divide-se em sete capítulos, cada um deles com cinco episódios. Ao longo dos capítulos Naughty vai perseguir e matar um urso diferente. Os capítulos têm como base acontecimentos do quotidiano da ilha, por exemplo, num deles um barão do petróleo chega à ilha com a intenção de explorar o terreno e para caçar Naughty.
No final de cada episódio é-nos atribuída um taça de platina, ouro, prata ou bronze de acordo com a nossa pontuação. Esta pontuação aumenta quando fazemos um má acção e para isso podemos destruir objectos ou sabotá-los e esperar que um urso ingénuo os vá consertar para o assustarmos ou matarmos. A cada objecto está associada uma morte especial, tipo um “finisher”.
Apesar de possuir um visual bastante infantil e inocente, o jogo tem algumas cenas incrivelmente violentas. Quando estamos a espalhar o terror pela ilha e um urso está a telefonar para pedir ajuda, é possível matá-lo enfiando-lhe o telefone pela garganta abaixo, ou quando um urso está a lavar a loiça, podem afogá-lo na banca. Mas isto ainda não é tudo, ainda temos um variado leque de armas ao nosso dispor, é só escolherem a vossa preferida, existem machados, espadas de samurais, revolveres, semi-automáticas, tacos de basebol, manchetes, entre outras. Cada arma tem também um “finisher” associado.
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Preparem-se para ver Naughty a matar vezes e vezes sem conta.
O maior problema que notei no jogo desde o começo foi a falta de variedade nas missões. As missões resumem-se a matar todos os ursos naquela área, e ainda por cima, os ursos são sempre os mesmos, em cada nova missão eles simplesmente ressuscitam. Contudo, novos tipos de ursos são adicionados a cada novo capítulo. Vão enfrentar ninjas, robôs, zombies e até aliens. A dificuldade dos inimigos aumenta, mas no sentido em que demoram mais tempo a matar e/ou estão equipados com melhor armamento.
A estrutura dos episódios é sempre igual, começamos na casa do Naughty Bear no meio da ilha, avançamos para a área indicada, matamos todos nessa área, atravessamos a ponte para a próxima área onde está localizado o alvo principal, matamos novamente todos e regressamos à casa do Naughty para concluirmos a missão.
Os episódios dividem-se em sub-quests, que também são quase sempre as mesmas. Se as completarmos todas recebemos um aumento na pontuação e um fato diferente para Naughty no final da missão. Estes fatos são de valor pois garantem-nos habilidades especiais e dão-nos mais força, velocidade e vida. Nas missões de stealth, onde não podemos ser detectados, um fato com a habilidade de podermos andar livremente pelo meio dos outros ursos sem sermos detectados dá muito jeito.
         

As Piores Capas dos Games



Seja por preguiça, falta de informação ou por uma completa falta de senso estético, os games acabaram sofrendo de um mal que serve bem para exemplificar o mote de "não julgar o livro pela capa". Vamos combinar: ninguém compra um game só porque o título tem uma capa bonitinha, mas existe muito artista por aí levando esse fato ao extremo.

A gente decidiu juntar os casos mais bizarros, que variam desde capas sem sentido algum com os games que deviam representar até desastres totais na edição das imagens. Já avisamos que as imagens abaixo são fortes e podem causar um certo desconforto.

Só dá para imaginar que o artista responsável por essa exímia obra de arte não foi avisado do que ele realmente devia fazer e acabou deixando o trabalho para última hora. Afinal de contas, tudo bem não entender direito como seria uma versão real do Mega Man, mas fazer o cara atirar com uma pistola já é ultrapassar todos os limites.

A gente já tentou achar o endereço do cara que desenhou esse Mega Man para a capa do NES para agradecer o festival de vergonha alheia que ele gerou em Street Fither x Tekken. A missão falhou, provavelmente porque ele deve estar recluso em algum lugar do mundo, com vergonha de ter desenhado um ser tão desproporcional e ainda ter a pachorra de chamá-lo de Mega Man.
Phalanx é um daqueles games que não entraram para essa lista por possuirem uma capa feia. O conjunto da foto é muito bom, envolvendo o senhor carismático tocando banjo, uma tipografia fantástica fechando o conjunto e...uma nave? O que uma nave futurista está fazendo no meio de um game sobre um senhorzinho tocando banjo? Ah, Phalanx é um shoot 'em up para o Super Nintendo? Que...sem graça.