Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário será lançado no Brasil em junho com legendas em português, exclusivamente para o PlayStation 3. Nessa quinta-feira (10), a distribuidora ZAP Games apresentou o jogo em uma coletiva de imprensa em São Paulo com a presença do produtor do game, Ryo Mito, pela primeira vez no Brasil. Yasuhiro Nishimura, diretor da Bandai Label Namco Bandai Games Europe S.A.S e Kenji Ebato, gerente geral da Toei Animation Inc, também estiveram no evento para tirar dúvidas sobre a franquia.
Com caixa, manual e legendas em Português, o game é baseado na série de TV que completou 25 anos recentemente. O processo de tradução contou com a colaboração da equipe da CavZodiaco, a maior comunidade de fãs da série no Brasil. Perguntado sobre a ausência da dublagem, os executivos disseram que uma pesquisa indicou que o público brasileiro gostaria de ouvir as vozes originais em japonês.
Segundo Vinicius Marques, Diretor de Produtos da ZAP Games, o grande interesse e prestígio da participação de representantes da Namco Bandai e da Toei Animation neste evento torna cada vez mais evidente o reconhecimento do Brasil como um importante player no mercado mundial de games. A expectativa é que o jogo alcance 50 mil cópias vendidas no Brasil.
Os diversos atrasos no lançamento, segundo o executivo, foram por conta do processo de tradução e adaptação dos termos usados no Brasil. O jogo deve chegar nas lojas em Junho, mas quem comprar na pré-venda receberá como conteúdo exclusivo para download (DLC) o personagem Seiya com a armadura de ouro de Sagitário.
Após dois dias de seu lançamento, Diablo III ainda passa por muitos problemas técnicos que impossibilitam jogadores de se aventurar no mundo mágico criado pela Blizzard, também autora de grandes sucessos como World of Warcraft e StarCraft.
Os problemas estão acontecendo desde o primeiro minuto em que o jogo foi lançado. Os servidores da Blizzard não aguentaram o “tranco” e muitos jogadores foram apresentados a diversos erros que os impossibilitam de jogar. No primeiro dia, as partidas apresentavam atrasos e engasgadas – mesmo com uma ótima conexão e uma máquina poderosa. Depois, foi a vez dos erros de servidor.
A Blizzard comentou em seus canais que está investigando o motivo para os problemas e realizando manutenções em seus servidores. Ela divulgou uma carta pedindo desculpas pelos acontecidos.
“Devido à enorme demanda por Diablo III no lançamento, alguns jogadores tiveram dificuldade em se conectar ao jogo. Nossas equipes resolveram a maior parte das questões e elas continuam trabalhando e monitorando os servidores do game para garantir uma experiência satisfatória a todos.”
Confira a lista dos erros mais comuns relatados até agora: Erro 33 e 34200
Quando esses erros aparecem, é porque os servidores estão passando por manutenção. Espere um pouco e tente novamente. Erro 37
Esse erro indica que os servidores de Diablo III estão cheios graças ao alto nível de tráfego. Se você receber essa mensagem, espere um pouco e tente novamente. Erro 3005 e 3006
Problema no servidor. Se você recebeu essa mensagem durante a partida, será removido. Tente novamente mais tarde. Erro 14009 e 315300
Erros ainda pouco conhecidos, mas se você tiver algum desses dois erros existe uma solução provisória: no Windows, crie uma nova conta com poderes de administrador e logue em Diablo III por ela. Erro 317002
A mensagem diz: Impossibilitado de achar as configurações apropriadas para criar ou entrar em partidas. O erro costuma acontecer durante manutenções dos servidores. Erro 3003
Servidores desligados ou fora do ar.
A Sony anunciou uma redução dos preços para os jogos de PlayStation 3 no Brasil. Os lançamentos passam a custar R$149 (antes, 199) e os jogos de catálogo R$119 (antes R$149). Os novos preços entram em vigor ainda em junho.
Esta é a primeira redução oficial de preços de games já realizada pela Sony no Brasil. A lista de títulos inclui games como: Uncharted 3, Infamous 2, Killzone 3, Starhawk entre outros. Dessa forma, os lançamentos para PlayStation se aproximam do preço dos jogos lançados pela Microsoft para o concorrente Xbox 360; que custam em média R$129.
Após o duvidoso Residen Evil 5, o elogiado Revelations e o desastroso Operation Raccoon City, os fãs da série de survival horror da Capcom colocam todas suas esperanças em Resident Evil 6, que será lançado no final desse ano. Após jogar a demonstração, ficamos preocupados.
Durante a E3, tivemos uma impressão negativa de Resident Evil 6. O trailer mostrado na conferência da Microsoft pareceu feio perto de outros como Halo 4 e Tomb Raider. Ainda na feira, tivemos a oportunidade de jogar um pouco da mesma demonstração liberada antes para quem comprou Dragon’s Dogma, também da Capcom. Jogando com mais calma, nossas preocupações se confirmaram: tememos que Resident Evil 6 possa ser um grande tiro no pé da produtora japonesa.
A história será dividida em três caminhos principais, cada um deles liderados por um personagem e um acompanhante: Leon, Chris e o estreante Jake, filho do eterno vilão Albert Wesker.
A demo possui um pequeno trecho da história de cada personagem. Nossa primeira experiência foi com Leon, protagonista do excelente Resident Evil 4. A cena começa com o presidente dos Estados Unidos, Adam Benford, se transformando em zumbi. Leon precisa dar cabo de seu antigo amigo. Em um cenário com ambientação muito parecida com a mansão do primeiro Resident Evil, caminhamos com cautela por cada corredor escuro. O clima de tensão foi muito bom. Os zumbis, para nossa alegria, eram como os clássicos, bem lentos e sempre andando em bandos. Ao final da demonstração de Leon, ficamos empolgados. Ela conseguiu resgatar a essência da série, mas com comandos e tecnologias de um jogo moderno.
Mas nossa animação não durou muito. A demonstração no controle de Chris foi terrível. O protagonista de Resident Evil 5 mostrou que a Capcom está desesperada tentando agradar todos os públicos. Nossa primeira surpresa foi enfrentar inimigos mascarados (?) que usavam armas de fogo. Eles não eram zumbis como os que vimos na fase de Leon, e lembravam um pouco os inimigos de RE5. Alguns tinham braços enormes ou ganhavam asas. Em uma sequência de cenas de tiroteios completamente genéricos, a demonstração de Chris acabou e nos deixou uma péssima impressão.
O estreante Jake não mostrou ao que veio. Sua fase é basicamente uma luta contra um chefe à lá Nemesis, de Resident Evil 3. Um monstro enorme que persegue o personagem até chegar em um cenário bem grande repleto de barris vermelhos. Era fácil adivinhar que iríamos enfrentar uma típica batalha contra chefes da série. A luta em si não foi muito ruim, mas a sensação de que aquilo tudo não tinha muita necessidade ficou no ar após a demonstração acabar.
Após encerrar as três curtas demos, ficamos preocupados. A Capcom tentou adicionar tudo que deu certo – ou pelo menos o que ela achou que deu certo – nos jogos anteriores de uma só vez. Enquanto gostamos muito de jogar com Leon, a experiência completamente genérica com Chris desanimou.
O que mais nos incomodou foi a jogabilidade na hora dos tiroteios. O jogo não te devolve o impacto dos tiros, como se fossem feitos de festim. A sensação foi a mesma de em jogos como House of the Dead, onde não importa onde você atire ou quanto você atire – o resultado sempre será o mesmo. Até o efeito sonoro das armas deixou a desejar. Levando em consideração que RE6 está muito mais focado na ação – principalmente nas cenas com Chris – isso é extremamente alarmante.
Tentando agradar a todos, a nossa impressão é que a Capcom não conseguiu criar uma identidade única para Resident Evil 6. A história completa pode dar mais sentido às cenas desconexas que jogamos. Mas nossa preocupação vai muito além da desnecessidade de combater mutantes armados, e sim em como isso foi chato.
Esperamos uma experiência mais positiva com o jogo final, que será lançado em outubro desse ano para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.
A maior guerra na história de jogos de luta está prestes a começar!
Um encontro histórico entre duas das mais conhecidas e importantes franquias de todos os tempos. Street Fighter X Tekken reúne os mais conhecidos personagens de cada série para um confronto épico. A Capcom já é especialista em crossovers, gênero onde personagens de duas séries de empresas distintas protagonizam o jogo. Foi assim com o percussor X-Men Vs. Street Fighter, passando por confrontos contra a SNK (de The King of Fighters), evoluiu para Marvel Vs. Capcom e hoje em um confronto inédito contra os lutadores da Namco.
O projeto envolve dois jogos; um criado pela Capcom e outro pela Namco. E a Capcom começou o “desafio” levando os personagens de Tekken para o universo de Street Fighter, em um jogo muito parecido com as últimas versões da série.
Kazuya, Heihachi e Jin, a família Mishima, parecem personagens de Street Fighter de longa data. Seus golpes foram muito bem exportados para o estilo da Capcom. Outros, como Law, Bob e Julia são estereótipos muito parecidos com personagens rivais, como Feng Long, Rufus e T.Hawk respectivamente.
Do lado do Street Fighter, poucas adaptações referentes aos personagens já presentes nos jogos anteriores e boas surpresas com os estreantes. Poison, Hugo e Rolento se encaixaram muito bem, deixando a vontade de vê-los como DLC para Super Street Fighter IV.
A grande novidade para quem conhece bem SFIV é que em Street Fighter X Tekken as lutas acontecem sempre em duplas. Apesar de cada personagem já ter um companheiro “ideal”, você pode fazer a combinação que preferir. Um novo sistema liderado por uma barra de energia chamada Cross Bar é que torna a jogabiidade única.
Já o ataque Pandora é um sacrifício feito por um personagem que tenha 25% ou menos de energia. Ele sai da luta e o seu companheiro entra com ataque e defesa reforçados e barra de Cross infinita – mas somente por um curto período de tempo. Se o personagem que recebeu os poderes adicionais não terminar a luta em alguns segundos, perde automaticamente. Usamos poucas vezes esse recurso por nunca encontrar um momento certo, talvez com medo de arriscar. Em lutas mais acirradas, no entanto, ativar a Pandora é uma ótima forma de ganhar a vantagem nos golpes finais. Ficou a impressão de um recurso sem muita utilidade.
Todos os novos sistemas de Street Fighter X Tekken funcionam e o conseguem diferenciar suficiente de Street Fighter IV para não parecer somente mais uma expansão. O foco claramente é em sequências de golpes precisos, trocas de personagens e mais combos. Os jogadores mais experientes (os mesmos que chutaram nossas bundas nos modos online), fazem combinações exatas que com mais de 10 ataques unidos e que tiram enormes quantidades de energia. Os combates são muito mais técnicos, herança carregada pelos personagens de Tekken.
Uma das coisas que achamos muito estranho no começo – eventualmente nos acostumamos, mas vale a pena citar – é que diferente de Marvel Vs. Capcom, por exemplo, não é preciso derrotar todos os adversários para ganhar. Assim como em Tekken Tag Tournament, quando um dos dois personagens é derrotado, o round acaba. Talvez uma decisão para manter o clássico sistema de rounds, caso contrário as lutas poderiam ficar muito longas.
Tem sido mais de uma década desde prateleiras de vida Diablo II, e depois de todo esse tempo, ainda é o melhor RPG de ação lá fora. Por costume, cabe a Blizzard para one-up si, e Diablo III parece pronto para fazer exatamente isso, com uma série de novos recursos, mudanças de jogabilidade, e, é claro, mais uma aventura no mundo escuro do Santuário.
Adições, como as novas artesanato e sistemas de habilidade runa deve expandir a experiência, sem se afastar muito das raízes de franquia, enquanto alterações na jogabilidade deve ajudar a agilizar as coisas consideravelmente. Tenha certeza de que nenhuma dessas mudanças têm dumbed o jogo no menor. Em vez disso, eles ajudaram a eliminar as perturbações menores que você teve que lidar com nos jogos anteriores. Não há mais manualmente pegando cada pilha última de ouro. No gerenciamento de inventário mais tedioso. Esta é uma versão mais inteligente, mais rápido do Diablo que todos nós conhecemos e amamos, e isso é definitivamente algo para se empolgar.
Para muitos jogadores, só de ouvir as palavras "novo Grand Theft Auto" é suficiente para nos salivando, mas isso não significa que a Rockstar é confortável repouso sobre os louros.Pela aparência de reboque GTA V de estréia, eles estão fazendo exatamente o oposto, ouvindo a todos os fãs críticas feitas ao último jogo e elaborar uma experiência que satisfaça pedido quase todos.
Planos? Eles estão de volta, com tudo, desde aviões agrícolas para jatos em exposição no trailer. Um grande mundo? Yep. Rockstar meticulosamente recriado uma enorme faixa da Califórnia do Sul, incluindo toda a expansão de Los Angeles. Um tom menos sério? Se você observar atentamente, você vai pegar todos os tipos de piadas impertinentes atado durante o trailer, mas a prova real é o enredo do jogo. GTA V satiriza os eventos atuais contando a história de um homem de meia idade que é conduzido de volta a uma vida de crime por a economia para baixo. Justapor que com os excessos do estilo de Hollywood, e as piadas muito bem escrever-se.
Como no mundo você acompanhar um jogo tão revolucionário como BioShock? A resposta, de acordo com a Irrational Games, é mudar tudo. Não Daddies mais grande, sem irmãs mais pequenas, não mais êxtase. Na verdade, a história de BioShock Infinite tem lugar antes do primeiro jogo e parece ser completamente independente, centrado em vez de voar sobre a cidade de Columbia.
While mecânica do primeiro jogo de combate - uma mistura de tiroteios e habilidades superpoderosos - são mais ou menos intacta, eles são agora apenas a base para algo muito mais complexo. Você agora tem duas ferramentas mais cruciais à sua disposição, a Skyhook, que lhe permite lutar para estradas de ferro para mover-se rapidamente durante uma batalha, e Elizabeth, cujo misterioso poderes lhe permitem manipular o mundo ao seu redor. Lançada em alguma escrita estelar e um radical novo sistema de IA, e você tem mais do que algumas razões para ser animado.
Bungie pode ter mudado para verde (ou, dada a cor da armadura de Master Chief, menos verde) pastagens, mas isso não significa que nós vimos o último de Halo. Desenvolvido por recém-formados guardiões franquia 343 Industries, Halo 4 vai começar um arco nova história para o chefe, que o estúdio chamou de "A Trilogia Reclaimer".
Por enquanto, 343 está jogando suas cartas muito perto do peito, mas existem algumas coisas que podemos apostar com segurança em: Master Chief vai filmar aliens, eles vão atirar de volta, e em algum ponto do Dilúvio vai aparecer e eles vai tudo atiram um no outro. Eu não sei sobre você, mas isso é bom o suficiente para mim.
Se você optar por Shepard masculino, FemShep, ou algo totalmente diferente , ele / ela / ele é um dos protagonistas mais memoráveis da história do jogo, fez melhor ainda pelo fato de que você pode decidir o resultado da sua história. Em Mass Effect 3, que a aventura vai finalmente chegou ao fim. Isso significa que não cliffhangers mais ou fracassem, apenas uma conclusão cheia de ação para um dos melhores épicos de ficção científica de sempre de carência do meio.
E se salvar a galáxia de uma invasão Reaper não é suficiente para aguçar o apetite, há também a promessa de uma horda estilo de modo co-op. Com suporte para até quatro jogadores, nivelamento caráter persistente, e uma chance de impactar o resultado da campanha single-player, multiplayer deve provar uma adição interessante para a franquia, pelo menos para os risos você começar a enviar os seus amigos voando com seus poderes bióticos.
O termo "WoW killer" foi cogitados tanto por este ponto que é isso perdeu todo o significado, mas é inquestionável que o momento certo para alguém destronar a Blizzard como o rei dos MMORPGs. World of Warcraft foi hemorragia assinantes por um tempo agora, e enquanto a República Velha, provavelmente, preencher o vazio MMO para alguns, aqueles que preferem alta fantasia terá outra opção. Digite Guild Wars 2. Com um inovador (e muito bem recebido) MMO sob sua correia desenvolvedor, ArenaNet parece prestes a entregar o RPG on-line mais revolucionário na memória recente.
O que é mais notável sobre Guild Wars 2 é que, essencialmente, joga fora tudo das convenções estabelecidas do gênero. Tudo, desde as noções básicas de combate ao nivelamento de PvP tem seu estilo próprio e único. Mesmo o sistema de busca, o retorno de verdade e tentou todos os MMO já feito, será ido em Guild Wars 2, substituído por um sistema de evento dinâmico e um enredo que responde às suas ações. Com alguma sorte, estaremos procurando uma Guild Wars 2 assassino em tempo de alguns anos.
Assassins Creed III se passa durante a Guerra da Independência nos Estados Unidos da América, e está léguas de distância do Velho Mundo. Os jogadores assumem o papel de um jovem chamado Connor Mohawk, que se junta os assassinos não de vingança como o seu antecessor, Ezio, mas para a busca da justiça.
Os jogadores vão continuar mais uma vez a história de Desmond nos dias de hoje, como ele resolve quebra-cabeças que desvendar os segredos de sua memória, e de sua herança.
Assassins Creed III pode ser visto como um novo ponto de partida para a série do assassino Creed, uma vez que permite aos jogadores para voltar para o básico, com a introdução de um novo personagem, com um legado novo.
Muitos fãs ficaram céticos em relação a decisão da Blizzard para dividir o Starcraft 2 campanha em três versões distintas, mas agora que todos nós tivemos algum tempo para digerir Wings of Liberty, a vantagem de dar a cada corrida sua história próprio comprimento total é óbvio. Heart of the Swarm deve realmente levar essa idéia, já que nenhum personagem no cânon Starcraft é mais merecedor de um conto épico do que a Rainha das Lâminas, Sarah Kerrigan, especialmente tendo em conta o cliffhanger final do último jogo.
Somente nele para o multiplayer? Não se preocupe. Heart of the Swarm trará um punhado de novas unidades para todas as raças e três cada para o Protoss e Terran e pelo menos dois para o Zerg -, bem como algumas alterações de equilíbrio significativas que devem mudar o metagame dramaticamente.
É uma prova para a reputação estelar Dog desenvolvedor impertinente de que o último de nós é o único jogo nesta lista que não é uma sequela. Enquanto os jogos Jak e Daxter eram bastante agradável, a Naughty Dog realmente entrou em sua própria série Uncharted com esta geração, provando que poderia criar uma experiência cinematográfica apertado com algumas das mais deslumbrantes setpieces e jogos snappiest escrita já viu.
Não é de admirar, então, que o hype já é alta para seu próximo projeto, The Last of Us. Um jogo de ação sobrevivência definida em uma América pós-apocalíptico infestado de zumbis fúngicas, o último de nós segue a história de Joel e Ellie, dois sobreviventes lutam para fazer o seu caminho em todo o país. Além desses poucos detalhes, estamos praticamente no escuro, mas criativo chumbo Neil Druckmann afirmou que o título irá "levantar a barra" para contar histórias nos jogos. Isso é um sentimento ambicioso, mas se há alguém neste setor que pode retirá-lo, é a Naughty Dog.
Gearbox construído algo único com os primeiros Borderlands. Embora o jogo tomou pistas pesadas de Diablo e RPGs outra ação, a mudança para o FPS de combate e direção de arte excelente feito para uma experiência diferente de qualquer outra coisa no mercado. Para tão bom como era, porém, não havia definitivamente espaço para melhorias no departamento de contar histórias. O próximo sequela vai procurar remediar isso, trazendo um revestimento adicional de polonês para a fundação de jogo forte.
E se você está apenas à procura de mais do mesmo, você não será desapontado.Borderlands 2 um arsenal mais diversificado, quatro novos personagens e árvores de habilidades, e uma correção gama de Pandora para explorar, desta vez sem telas de carregamento para quebrar a diversão. Muita coisa vai estar andando sobre as classes de personagens novos, dos quais três ainda estão sem aviso prévio. Claro, a classe que sabemos é o Gunzerker, um tanque humano que pode exercer dupla qualquer arma no jogo, assim que as coisas provavelmente se deslocar para fora bem.
Seja por preguiça, falta de informação ou por uma completa falta de senso estético, os games acabaram sofrendo de um mal que serve bem para exemplificar o mote de "não julgar o livro pela capa". Vamos combinar: ninguém compra um game só porque o título tem uma capa bonitinha, mas existe muito artista por aí levando esse fato ao extremo.
A gente decidiu juntar os casos mais bizarros, que variam desde capas sem sentido algum com os games que deviam representar até desastres totais na edição das imagens. Já avisamos que as imagens abaixo são fortes e podem causar um certo desconforto. Só dá para imaginar que o artista responsável por essa exímia obra de arte não foi avisado do que ele realmente devia fazer e acabou deixando o trabalho para última hora. Afinal de contas, tudo bem não entender direito como seria uma versão real do Mega Man, mas fazer o cara atirar com uma pistola já é ultrapassar todos os limites. A gente já tentou achar o endereço do cara que desenhou esse Mega Man para a capa do NES para agradecer o festival de vergonha alheia que ele gerou em Street Fither x Tekken. A missão falhou, provavelmente porque ele deve estar recluso em algum lugar do mundo, com vergonha de ter desenhado um ser tão desproporcional e ainda ter a pachorra de chamá-lo de Mega Man. Phalanx é um daqueles games que não entraram para essa lista por possuirem uma capa feia. O conjunto da foto é muito bom, envolvendo o senhor carismático tocando banjo, uma tipografia fantástica fechando o conjunto e...uma nave? O que uma nave futurista está fazendo no meio de um game sobre um senhorzinho tocando banjo? Ah, Phalanx é um shoot 'em up para o Super Nintendo? Que...sem graça.
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